Baixada Santista

A Baixada Santista abrange os municípios de Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. Insere-se no Bioma Mata Atlântica e compreende estuários, enseadas, brejos, dunas, praias, costões rochosos e formas insulares, bem como áreas de restinga ainda preservadas, além de concentrar as maiores áreas de manguezal do litoral paulista, localizadas no Complexo Estuarino de Santos e São Vicente.

A região também concentra o parque industrial de Cubatão e o complexo portuário de Santos, e se caracteriza pela grande diversidade de funções presentes nos municípios que a compõem – seja no campo produtivo, no de consumo ou no de habitação. Em nível estadual, destaca-se no setor industrial e de turismo e, em nível regional, nas atividades relativas à construção civil, à pesca, aos comércios atacadista e varejista, ao atendimento à saúde, educação e transporte e ao sistema financeiro. As atividades de suporte ao comércio de exportação, originadas pela proximidade do complexo portuário, também têm presença marcante na região.

O Zoneamento Ecológico-Econômico – ZEE da Baixada Santista foi regulamentado pelo Decreto Estadual nº 58.996, de 25 de março de 2013, considerando a necessidade de promover o ordenamento territorial e disciplinar os usos dos recursos naturais, de modo a assegurar a qualidade ambiental, o desenvolvimento sustentável e a melhoria das condições de vida da população.

A publicação a seguir apresenta e contextualiza o processo de elaboração do ZEE, resultado de anos de trabalho de um colegiado tripartite composto por representantes do estado, das prefeituras locais e da sociedade civil, com o objetivo de orientar os agentes públicos e privados da região na aplicação de suas políticas setoriais e no direcionamento de seus investimentos, em continuidade ao processo de institucionalização do Plano Estadual de Gerenciamento Costeiro do Estado de São Paulo.

Mapas (pdf)

Mapa Interativo

Os polígonos e linhas destes shapefiles foram traçados a partir das cartas topográficas em escalas 1:50.000 e 1:10.000 e podem apresentar distorções quando sobrepostos a imagens de satélite, fotografias aéreas e levantamentos topográficos, plantas de empreendimentos e/ou propriedades. – Download dos shapefiles