| Visita
ao Parque do Guarapiranga inclui inauguração |
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| 27|fevereiro|2004 | A
visita do Governador Geraldo Alckmin é aguardada no Parque Ecológico
do Guarapiranga neste domingo, 29/02, a partir das 10 horas, quando dará
início às atividades programadas pela Secretaria Estadual
do Meio Ambiente, que incluem uma exposição e a inauguração
oficial do viveiro, além de apresentações musicais. Às 11 horas, o governador participa da inauguração do viveiro que vai receber o nome de "Ariosvaldo Cordeiro", em homenagem ao policial ambiental que deu início ao projeto, cultivando pessoalmente as primeiras mudas que integram o espaço e que morreu em confronto com marginais. Após a inauguração do viveiro, deverá ser assinada a mensagem de encaminhamento do projeto de lei específica para a Área de Proteção da Bacia Hidrográfica do Guarapiranga, a ser enviada pelo Governado do Estado à Assembléia Legislativa. Durante todo o evento, haverá apresentações musicais da Banda de Música da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que aproveita a ocasião para executar diversas peças do repertório composto por música popular brasileira. PARQUE
ECOLÓGICO DO GUARAPIRANGA FOI O Parque Ecológico do Gurapiranga, administrado pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente, foi criado pelo Decreto Estadual 30.442, de setembro de 1989, com o objetivo de proteger os mananciais, preservar a fauna e a flora existentes e promover atividades de educação ambiental para a população. Localizado às margens da represa do Guarapiranga, foi construído com recursos do Programa de Saneamento Ambiental da Bacia do Guarapiranga, para garantir a qualidade da água do reservatório. Inaugurado em 3 de abril de 1999, com cerca de 260 hectares de extensão, ou quase quatro vezes a área do Parque do Ibirapuera, o parque reserva 16 hectares para o uso público para o lazer dos moradores da região Sul da Grande São Paulo. Localizado na Estrada da Riviera, na margem esquerda do reservatório, engloba 60 hectares da várzea do Rio Embu-Mirim e parte da várzea do Córrego Piraporinha. No total, ocupa 7% dos 28 quilômetros no entorno da Represa do Guarapiranga. Desta forma, o parque constitui um escudo de proteção contra as invasões e ocupações irregulares nas margens do reservatório construído entre 1906 e 1908 para regularizar a vazão do Rio Tietê. Hoje a represa é responsável pelo abastecimento de cerca de 3 milhões de pessoas que vivem na região Sul da Capital e no município de Taboão da Serra. Infra-estrutura O pórtico de entrada, que controla o acesso geral do parque, forma com o Centro Informativo e Cultural, o mais importante eixo da composição arquitetônica da unidade. Ali está concentrada a infra-estrutura para exposições, refeitórios, biblioteca e auditório. O Conjunto da administração, por sua vez abriga uma unidade da Polícia Ambiental e atividades de educação ambiental. Além de atrativos como o Infocentro, a Brinquedoteca, o Museu do Lixo e dos programas de educação ambiental, o parque dispõe de várias trilhas ecológicas que percorrem longos trechos de vegetação de Mata Atlântica. No espaço denominado "Módulo Coleção de Plantas", juntamente com o lago, está o espaço para exposições eventuais e o viveiro de mudas. O Parque conta, ainda, com um grande espaço reservado para a prática de esportes e recreação, com duas quadras de vôlei na areia, dois campos de futebol, uma quadra de futebol de salão e outra poliesportiva, além de playground e equipamentos infantis. A circulação pelo parque é feita por passarelas de madeira, erguidas em palafitas, integrando a construção à vegetação e interferindo de forma suave na paisagem, sem prejudicar as raízes das plantas e a drenagem natural do solo. Uma extensa reserva biológica protegida, com 184 hectares, está aberta à visitação pública, através de trilhas ecológicas monitoradas. Atualmente as áreas mais reservadas são reduzidas e localizam-se no interior do parque, no morro do Jacu. As trilhas existentes nesta área são utilizadas para atividades monitoradas de educação ambiental e algumas oferecem especial interesse de exploração, seja pela diversidade paisagística, seja pela oportunidade de observação e estudos de espécies remanescentes da vegetação regional. Texto:
Eli Serenza |
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