Economia Verde

De acordo com a definição do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) a Economia Verde é “a que resulta em melhora do bem-estar humano e da equidade social, enquanto reduz significativamente riscos ambientais e as escassezas ecológicas”, de forma que o “crescimento em renda e emprego deve ser baseado em investimentos públicos e privados que reduzem emissões de carbono e poluição, aumentam a eficiência energética e de recursos, e reduzem a perda de serviços da biodiversidade e dos ecossistemas”, sintetizando “o reconhecimento crescente de que alcançar a sustentabilidade depende quase inteiramente em acertar na economia”.

A Economia Verde se apresenta como uma proposta de desenvolvimento que busca instruir novos vetores de crescimento econômico, novas fontes de empregabilidade e soluções consistentes para a melhoria da qualidade ambiental. A base dessa ideia é o reconhecimento de que, apesar de sua indiscutível capacidade de geração de empregos e renda, o atual modelo de produção e consumo de bens e serviços é insustentável.

O estado de São Paulo busca o modelo de desenvolvimento sustentável, que engloba preservação ambiental, crescimento econômico e desenvolvimento social.

Nesse contexto, a Economia Verde é o caminho para alcançar esse objetivo. Esse novo modelo inclui dos transportes sustentáveis às iniciativas de apoio a novos setores industriais verdes e cadeias de reciclagem, do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) à questão da renovabilidade da matriz energética, passando pela busca por alternativas sustentáveis para o setor do turismo, pela construção civil sustentável e pela estruturação de um sistema tributário que influencie positivamente nas preferências expressas pelo setor privado.

Entre as principais ações da Secretaria de Estado do Meio Ambiente na Economia Verde estão os projetos CADMadeira, Etanol Verde, Contratações Públicas Sustentáveis e a Logística Reversa de Resíduos Sólidos.